Educadores debatem o papel das tecnologias no processo de aprendizagem

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Mesa dos Relatos de Experiências Tecnologias Educacionais. Foto: Juliana Simões

O uso das Tecnologias Educacionais (TE) nos processos de aprendizagem foi um dos destaques da tarde de atividades do segundo dia do 5º Congresso Internacional Marista de Educação. O painel teve relatos de experiências de especialistas, que trouxeram boas práticas de ambientes escolares, sob a mediação da educadora Adriana Kampff (PMBSA e Unisinos).

A primeira relatora da atividade foi a educadora Helaine Mara Fóscolo (PMBCN), que trouxe abordagem conceitual e metodológica do estudo dos sistemas de equações matemáticas de primeiro grau. No modelo de aprendizagem apresentado, o estudante conta com o suporte do Winloft, software livre que permite, de forma lúdica, a construção e resolução de problemas por meio da interpretação visual, o que facilita a assimilação dos jovens.

O supervisor de TE Silvio Langer (PMBSA) exibiu na sequência o projeto Conexões, que trabalha com o conceito de convergência digital em sala de aula e tem como principal objetivo o empoderamento dos educadores, a partir do uso de dispositivos móveis durante os estudos. A iniciativa, aplicada inicialmente em dois colégios pilotos, disponibilizou tablets aos docentes das unidades, que a partir de momentos de formação para uso e aplicação pedagógica, passaram a desenvolver aulas mais interativas e colaborativas com os estudantes e aprofundar a construção dos saberes em cada área do conhecimento.

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Dr. Jarbas Barato, palestra sobre Tecnologias Educacionais. Foto: Juliana Simões

Os novos espaços digitais escolares foram o tema da exposição da educadora Caroline Ferreira Cerqueira (PMBCS), que destacou a implantação e os benefícios pedagógicos do novo ambiente digital das escolas da Província, responsável por promover uma maior gestão dos planejamentos, acompanhamento das atividades, integração das tecnologias já utilizadas e preenchimento das lacunas curriculares. Com o modelo, estudantes, educadores e famílias se envolvem com diferentes ferramentas ligadas ao processo de aprendizagem, como blogs, fóruns, envio dinâmico de trabalhos, entre outros.

“Tecnologia é imaginação”. Esta foi a temática da fala do mestre em Tecnologias Educacionais Jarbas Novelino Barato, durante a palestra complementar do painel. Idealizador de uma proposta de redação cooperativa com jovens, Barato valorizou o papel do professor no processo de encantamento do estudante pelo meio tecnológico. “O professor também precisa subir ao palco e contracenar”, afirmou.

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